
Em uma edição do “Big Brother Brasil” onde a temática seria a diversidade, mas o exagero é o enredo do jogo, a discrição pode fazer a diferença no final do programa.
Tess é jogadora e eu gosto disso, mas se empolgou demais na primeira semana e corre o risco de ficar com a imagem de vilã paranóica que só pensa em jogo. Já Dicesar levanta bandeiras, diverte a casa com suas tiradas, mas faz fofocas bestas e já possui minha antipatia por tentar levar o jogo no grito.
Anamara fala demais, tem a voz irritante e ontem protagonizou uma cena ridícula chorando no quarto. A cena só não foi mais ridícula porque o Dicesar fez o favor que contar para Eliane que a PM estava chorando e falando dela. Ou seja, Lia pirou, exagerou e consegui fazer uma cena tão ou mais ridícula que a de Anamara.
Elieser força a barra em um namoro com Cláudia, pois “entrou com essa estratégia, mas se apaixonou perdidamente pela moça”. Cláudia, por sua vez, quer ser a boa moça da décima edição e não quer “magoar ninguém aqui fora”. O único problema dos dois é que a netBBB não vai comprar esse casal. Eles não têm carisma suficiente para levar adolescentes à loucura, e arrancar suspiros das senhoras românticas que assistem ao programa. Não tem liga e não vira, ao menos assim espero.
Enquanto os participantes desfilam seus exageros pela casa, Fernanda segue discreta, mas com o crédito de ter ficado quatorze horas caminhando em cima de um rolo e ainda ter levado a imunidade no domingo depois de reclamações do público (via Twitter para Boninho). Além disso, é loira. PONTO.
Esse BBB tem tudo para ser uma excelente edição, então não atrapalhem isso tentando eliminar jogadores e pessoas que são necessárias para o jogo engrenar, como exemplo Tessália, Dourado e Lena. E não salvem as samambaias, o “Big Brother” não precisa ser um jogo ecologicamente correto.
PS: Dia de festa e, se Zeus permitir, muita cachaça e revelações. Se bem que hoje é quarta, mas para tudo dá se um jeito, né não Bones?
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