sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O cara ou o babaca?

Igor Cotrim é um dos participantes mais emblemáticos nessa primeira semana de “A Fazenda”. É difícil fazer um julgamento correto do ator, mas o que sabemos é que ele não passará despercebido pelo tempo de confinamento.
Desde sua apresentação, em que disse “esse é irmão desse” fazendo referência à célebre frase de Theo Becker e sinalizando os neurônios e não os músculos, tive certeza de que Igor entrou pronto e é um dos candidatos que mais tem a noção exata de como funciona um reality show.
O ator tem duas opções bem claras que serão desvendadas ao longo do programa: será o artista excêntrico, polêmico e maluco beleza ou será o cara chato da segunda edição de “A Fazenda”.
Não tenho dúvidas de que em determinados momentos Igor “interpreta” um tipo previamente pensado, mas isso acontece com todos os peões do programa. Aliás, foi-se o tempo em que acreditávamos em bordões demagogos como “estou sendo eu” e “ele está interpretando um personagem”. Qualquer fã de reality show sabe que “fazer tipo” é inerente a um programa desse formato e é tão necessário quanto ter uma boa estratégia de jogo. Me desculpem os inocentes, mas se até em nossas vidas existem momentos em que precisamos vestir uma “capa” para não magoar os outros ou simplesmente para não mostrar o quão imperfeitos somos, imaginem em um programa de TV?
É óbvio que existe um limite nesse “fazer tipo” que o bom senso de cada um deve definir. Um participante interpretando um personagem o tempo todo é digno de ser eliminado e mandado para uma consulta psiquiátrica na mesma hora, pois não é comum comportar-se dessa maneira.
Voltando ao Igor, ele fica entre esses dois mundos. É engraçado em alguns momentos, mas parece ser inconveniente em outros. Mostra-se sensível e como um grande artista, porém depois já está com um papinho piegas e cansativo.
Estou gostando do que vi e espero que Igor desponte como um bom jogador e saiba como o usar a inteligência para não ser tachado como o babaca da segunda edição.
Não é segredo para ninguém que eu gostei muito da participação do Theo Becker na primeira temporada, porém não existe a possibilidade de alguém imitá-lo e conseguir o meu respeito. É preciso achar outro caminho e, entre todos os peões, Igor é minha aposta para tal.


Tá na Roça
Sei que defendi a eliminação do ator Mateus Rocha no último post, mas fiquei decepcionado com a falta de atitude da bandeirinha Ana Paula Oliveira.
É claro que eu não queria que ela saísse batendo panela no meio dos cavalos, mas manter uma postura de samambaia tendo consciência de que é a menos famosa entre os roceiros e que algumas torcidas de times de futebol não gostam de você por ter cometidos erros de arbitragem é demais e impossibilita qualquer tipo de defesa.
A única atitude da bandeirinha foi ficar lavando panela enquanto os outros peões tocavam violão do lado de fora. Quer lavar panela? Vai lavar em casa então.
E não estou defendendo o Mateus, pois por mim já poderia ser eliminado junto com a moça.
Jogo que segue!
Desenvolvido por Ny Anacleto - Girly Paradise - 2008/2009 Cópia Proibida :: Melhor Visualizado a 768x1024